A chuva provocou goteiras no Hospital Júlia Kubitschek, em Belo Horizonte, principalmente na unidade de emergência, segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG). A diretora do sindicato, Neuza Freitas, informou que as imagens fortam feitas por volta das 19h. Segundo ela, chovia forte na região desde mais cedo. Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Neuza afirma que os problemas no telhado são antigos e que há necessidade de troca
A chuva provocou goteiras no Hospital Júlia Kubitschek, em Belo Horizonte, principalmente na unidade de emergência, segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG).
A diretora do sindicato, Neuza Freitas, informou que as imagens fortam feitas por volta das 19h. Segundo ela, chovia forte na região desde mais cedo.
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Neuza afirma que os problemas no telhado são antigos e que há necessidade de troca das telhas. As condições enfrentadas por pacientes e trabalhadores, segundo ela, já foram denunciadas anteriormente.
Agora no g1
Cobrança por reparos
Em um ofício datado de 13 de fevereiro de 2026, dirigido à presidência da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e à direção do hospital, o sindicato já relatava infiltrações e goteiras em diferentes setores.
O documento cita áreas de atendimento, o Núcleo de Ensino e Pesquisa, incluindo a biblioteca, o Núcleo de Gestão de Riscos e espaços de circulação de pacientes e acompanhantes.
Segundo o sindicato, os problemas oferecem riscos de quedas em pisos molhados e de acidentes pela proximidade da água com equipamentos e instalações elétricas. A entidade também aponta a possibilidade de danos a equipamentos hospitalares, insumos e documentos.
No ofício, o Sind-Saúde/MG solicita medidas emergenciais, avaliação técnica com emissão de laudo e um plano de contingência para o período chuvoso.
A entidade também pede um cronograma público de reparos definitivos, além de interdição preventiva e transferência das atividades nas áreas que apresentem risco.
A diretora do sindicato, Neuza Freitas, informou que as imagens fortam feitas por volta das 19h. Segundo ela, chovia forte na região desde mais cedo.
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Neuza afirma que os problemas no telhado são antigos e que há necessidade de troca das telhas. As condições enfrentadas por pacientes e trabalhadores, segundo ela, já foram denunciadas anteriormente.
Agora no g1
Cobrança por reparos
Em um ofício datado de 13 de fevereiro de 2026, dirigido à presidência da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e à direção do hospital, o sindicato já relatava infiltrações e goteiras em diferentes setores.
O documento cita áreas de atendimento, o Núcleo de Ensino e Pesquisa, incluindo a biblioteca, o Núcleo de Gestão de Riscos e espaços de circulação de pacientes e acompanhantes.
Segundo o sindicato, os problemas oferecem riscos de quedas em pisos molhados e de acidentes pela proximidade da água com equipamentos e instalações elétricas. A entidade também aponta a possibilidade de danos a equipamentos hospitalares, insumos e documentos.
No ofício, o Sind-Saúde/MG solicita medidas emergenciais, avaliação técnica com emissão de laudo e um plano de contingência para o período chuvoso.
A entidade também pede um cronograma público de reparos definitivos, além de interdição preventiva e transferência das atividades nas áreas que apresentem risco.
Fonte: g1.globo.com