Pintura 'A descida do Corcovado ou Ogum' (1972), do artista plástico Flávio Império (1935 1985) Reprodução ANÁLISE Quando Maria Bethânia cantava o samba Vera Cruz (Xande de Pilares e Paulo César Feital, 2025) já no fim do show 60 anos de carreira, o telão exibia imponente pintura do artista plástico paulistano Flávio Império (1935 1985), cenógrafo de antológicos espetáculos da cantora, como Rosa dos ventos O show encantado (1971), A cena m

Pintura 'A descida do Corcovado ou Ogum' (1972), do artista plástico Flávio Império (1935 1985) Reprodução ANÁLISE Quando Maria Bethânia cantava o samba Vera Cruz (Xande de Pilares e Paulo César Feital, 2025) já no fim do show 60 anos de carreira, o telão exibia imponente pintura do artista plástico paulistano Flávio Império (1935 1985), cenógrafo de antológicos espetáculos da cantora, como Rosa dos ventos O show encantado (1971), A cena muda (1974), Pássaro da manhã (1977), Estranha forma de vida (1981) e Vinte anos de paixão (1985). Tratava-se da obra A descida do Corcovado ou Ogum, pintura apresentada em 1972 por Império. Exposta por Bethânia na capa do single Vera Cruz, editado em 16 de janeiro com a gravação de estúdio do grande samba apresentado pela cantora no show, a pintura de Flávio Império é reutilizada na capa do álbum ao vivo 60 anos de carreira, programado para ser lançado em edição digital na próxima sexta-feira, 6 de novembro. A capa do álbum resultou expressiva, à altura da importância da gravação ao vivo feita por Maria Bethânia nas apresentações do show 17 e 18 de janeiro na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde a turnê estreou em 6 de setembro. Sem falar que, além de reconectar Bethânia com a arte de Flávio Império, nome recorrente na trajetória da artista nos palcos, a capa certamente vai crescer aos olhos do séquito da cantora quando o álbum 60 anos de carreira ganhar uma provável edição em LP, em data e ano ainda incertos. Capa do álbum '60 anos de carreira', de Maria Bethânia Reprodução
Fonte: g1.globo.com