Pular para o conteúdo
No ar
00:00 às 23:59 Progrmação Muira-Ubi Web Rádio com Josias Silva
Fale no WhatsApp

Oito são presos em operação contra tráfico de cocaína e armas na Bahia e em São Paulo; R$ 10 milhões foram bloqueados

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (29), uma operação contra um grupo suspeito de traficar cocaína entre estados e vender ilegalmente armas de fogo de uso restrito. A ação cumpriu oito mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão na Bahia e em São Paulo. Batizada de Operação Krampus Narco, a ação ocorre em Salvador e Amélia Rodrigues, na Bahia, e nas cidades paulistas de São Paulo, Guarujá e Santo André. Além das prisões e buscas, a Justiça dete

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (29), uma operação contra um grupo suspeito de traficar cocaína entre estados e vender ilegalmente armas de fogo de uso restrito. A ação cumpriu oito mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão na Bahia e em São Paulo.
Batizada de Operação Krampus Narco, a ação ocorre em Salvador e Amélia Rodrigues, na Bahia, e nas cidades paulistas de São Paulo, Guarujá e Santo André.
Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 10 milhões e a suspensão das atividades econômicas de 13 empresas ligadas ao grupo.
A operação é realizada em conjunto com a Força Correcional Especial Integrada (Force), da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público da Bahia (Gaeco).
Investigação começou com outra operação
Segundo a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Krampus, deflagrada em 2025 contra uma organização criminosa especializada em crimes contra instituições financeiras.
Durante as apurações, os investigadores identificaram que um dos alvos daquela operação também coordenava o transporte de drogas e a venda ilegal de armas.
A investigação aponta ainda que o dinheiro obtido com as atividades criminosas circulava por contas bancárias de terceiros e empresas de fachada, em um possível esquema de lavagem de dinheiro.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a movimentação dos recursos obtidos com os crimes.

Fonte: g1.globo.com

Compartilhar