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Tráfico, trabalho escravo, poluição: os crimes que podem estar ocorrendo agora no rio Madeira

Há duas semanas, garimpeiros invadiram o rio amazônico. Há boatos de que a região tem ouro, mas a extração ali é ilegal

 

Catarina Barbosa Brasil de Fato | Belém (PA) / Foto: Bruno Kelly/Greenpeace

 

 

Há no mínimo duas semanas, garimpeiros invadiram o rio Madeira, nas proximidades da comunidade de Rosarinho, em Autazes (AM), após boatos de que a região é rica em ouro. Com isso, uma espécie de cidade flutuante com aproximadamente 300 balsas, empurradores e dragas foi instalada no local para prática de extração ilegal do minério. Para Rafael Modesto, da assessoria Jurídica do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), a ação contém um conjunto de ilegalidades.

 

“A exploração de ouro é extremamente perniciosa e causa danos ao meio ambiente, inclusive, com o risco de contaminação por mercúrio e não tem nenhuma fiscalização até então, pelo que a gente sabe, na região. Então além da exploração deve haver também crimes como contrabando, trabalho escravo, tráfico de drogas, mas o principal é o crime contra a legislação ambiental, o crime contra o patrimônio público brasileiro, contra o rio Madeira, contra as comunidades ribeirinhas e a população local”, afirma.

 

O garimpo ilegal é prática comum na região, no entanto, a instalação da cidade flutuante nas duas últimas semanas, se deu porque circula entre os garimpeiros a informação de que haveria ouro naquele trecho específico.

 

O município de Autazes tem uma população de pouco mais de 41 mil pessoas, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fica a cerca de 110 quilômetros de Manaus, capital do Amazonas.

 

Fotnte: Agência Brasil de Fato

 

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Edição: Vinícius Segalla / Web Rádio e TV Muira-Ubi

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