Alunos usam IA para monitorar insetos que ajudam a preservar biodiversidade no PI Divulgação/Seduc Alunos do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Paulo Freire, em Guaribas, no Sul do Piauí, desenvolveram um projeto que une conhecimentos de biologia e Inteligência Artificial (IA) para contribuir com a preservação de organismos essenciais ao equilíbrio ambiental e à produção rural. O projeto nomeado de PolinizAI, funciona como um monitor de polinizadores e de insetos bioindicadores,

Alunos usam IA para monitorar insetos que ajudam a preservar biodiversidade no PI Divulgação/Seduc Alunos do Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Paulo Freire, em Guaribas, no Sul do Piauí, desenvolveram um projeto que une conhecimentos de biologia e Inteligência Artificial (IA) para contribuir com a preservação de organismos essenciais ao equilíbrio ambiental e à produção rural. O projeto nomeado de PolinizAI, funciona como um monitor de polinizadores e de insetos bioindicadores, como os vaga-lumes. Os estudantes participam de atividades de campo, registram fotografias, catalogam informações e coletam depoimentos de moradores e agricultores mais antigos da região. Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Os insetos bioindicadores refletem condições específicas de um ecossistema, como poluição e degradação, devido à sensibilidade a estresses ambientais. Com a IA desplugada, trabalhamos a organização e a comparação desses dados para compreender padrões. O conteúdo da sala de aula se conecta com o que eles observam sobre o lugar onde vivem, explica a professora Amanda Sousa. LEIA TAMBÉM: Cientistas alertam para risco de extinção dos vaga-lumes; entenda principais causas Agora no g1 Segundo a Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc), o projeto nasceu da necessidade de moradores da região compreenderem melhor as mudanças climáticas e ambientais observadas. Após a conclusão do levantamento, a equipe pretende desenvolver um site para que estudantes, professores e agricultores possam continuar monitorando e acompanhando os registros da biodiversidade da região. A ideia do site é reunir o que estamos pesquisando e facilitar o acesso a essas informações. Queremos que ele ajude outras pessoas a conhecer os polinizadores da região e a acompanhar os registros, para que o trabalho continue e também seja útil à comunidade, explicou a estudante Fernanda Maia. *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Fonte: g1.globo.com